segunda-feira, 6 de junho de 2011

Farrusco

O horóscopo da Clara, disse-lhe que ela ainda ia ter muitos anos de solteira.

  image in: libel

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Visita de Estudo a Lisboa

08.00 – 10.00
      No dia vinte e três de Maio de dois mil e onze, as turmas do 8ºano foram a Lisboa. Com eles iam quatro professores: Rui Teresa; Catarina Pimenta; Ana Correia e Elizabete. Abalaram da escola e foram para Lisboa. Passaram por Santa Luzia, Alvalade, Mimosa, … No autocarro eu ia com a minha colega Marta Ramos. Nós ouvimos música, tivemos as nossas conversas, mandámos mensagens… Pelo caminho encontrámos uma árvore seca com vários ninhos de cegonha, eram uns três ou quatro. Por volta das nove horas e meia fizemos uma paragem numa estação de serviço de Alcácer do Sal. A estação de serviço tinha um parque de merendas, um parque infantil, uma bomba de gasolina e um café/restaurante. Já havia muitas pessoas com fome. Alguns lancharam, outros foram à casa de banho e também houve quem comprasse revistas. Também tirámos fotografias. Estivemos pouco tempo parados, pois tínhamos de chegar a horas… Abalámos quando faltavam mais ou menos quinze minutos para as dez horas.  
      Gostámos muito de parar na estação de serviço, pois já estávamos fartos de andar de autocarro. A viagem é sempre muito cansativa. Não estamos habituados a fazer viagens tão grandes, então ficamos cansados. Só queremos é sair de dentro do autocarro. E também nos levantámos mais cedo do que é normal.
      Eu pessoalmente gostei muito da paragem na Estação de Serviço. Pois já estava farta de andar de autocarro e também já tinha muita fome. Também gostei muito de ir no autocarro com a Marta. Gostei de falar, ouvir música com ela. Tentámos dormir, mas havia sempre barulho, não dava resultado.
10.00 – 12.00
      Voltámos para o autocarro e continuamos a viagem. No autocarro a turma A, ia numa fila do autocarro e a turma B ia na outra. O professor Rui Teresa fez um filme com todos os “passageiros”. Por volta das dez horas e meia, chegámos ao Instituto de Meteorologia. Quando lá chegámos, tivemos de esperar até às onze horas, por uma senhora. Enquanto esperámos tirámos fotografias, fomos à casa de banho, conversámos uns com os outros...  Às onze horas uma senhora esteve-nos a explicar como funcionavam os instrumentos. Disse-nos que não podiam lançar um balão pois, faltava uma peça que vem do Japão. Mostrou-nos os instrumentos com que trabalham quando o outro sistema não funciona. Depois de nos mostrar todos os instrumentos subimos umas escadas e fomos para um terraço. Desse terraço conseguimos observar a TAP (Transportes Aéreos Portugueses.) Depois de observarmos a chegada de aviões, fomos novamente para o autocarro.
      Gostámos de ver a chegada dos aviões da TAP, ao aeroporto. Gostávamos muito de ter visto a partida do balão… A senhora disse que o lançamento do balão e a chegada dos aviões são os momentos altos da visita.
     Eu gostei muito de ver a chegada dos aviões, e gostava muito de andar num. O meu maior sonho era poder andar de avião. Fazer uma grande viagem de avião. Gostava de ir com os meus amigos. Íamos numa grande viagem. Devia ser  muito giro.
12.00 – 14.00
      Por volta do meio-dia e meia passámos por baixo do aqueduto das Águas Livres. Tirámos fotografias, para ficar com recordações. Passados alguns minutos do meio-dia, chegámos a um jardim. Quem não levou almoço foi comer ao Mc’ Donalds. Quem levou ficou no jardim à espera dos outros. Enquanto as raparigas estavam à espera que aparece-se algum professor, um grupo de rapazes aproximou-se… Eles tinham facas e tesouras. Nós ficámos com medo… Passado um bocado, um deles foi entregar um objecto à Idalete. Aí foi o limite. Assim que vimos o professor Rui Teresa a sair, fomos logo ter com ele. Depois andámos sempre ao pé dele. Quando acabámos de comer, as raparigas quase todas foram a uma cigana ler a sina. Faltavam mais ou menos dez minutos para as duas quando voltamos para o autocarro. À uma hora estávamos a descansar no jardim.
      Gostámos muito da parte de almoçar e de descansar. Já estávamos fartos de andar de autocarro e de estarmos de pé. Também já estávamos fartos de estar ao sol. E depois não levámos bonés, tínhamos as cabeças quentes…
      Pessoalmente gostei muito da hora de almoço. Gostei do que a cigana leu na minha sina. Não gostei muito da parte em que aquele grupo de rapazes lá apareceu ao pé de nós. Nós queríamos ir a um parque, mas como eles andavam não fomos.
14.00 – 16.00
Estivemos algum tempo no autocarro e tirámos fotografias. Por volta das catorze horas chegámos ao Teatro. Ainda tivemos que esperar. Fomos a primeira escola a chegar. Quando lá chegámos, estava um portão fechado. Ao princípio pensámos que estávamos enganados, mas depois o professor Rui Teresa foi à procura. Em seguida veio nos chamar. Já estávamos todos a entrar para uma porta que pertencia ao teatro. Quando um senhor disse que era para ir para ao pé de um portão. Onde nós estávamos antes… tivemos de voltar para lá outra vez. Esperámos mais uns cinco minutos e depois abriram o portão. Havia um grupo, um para cada escola. Em cada fila estavam seis cadeiras. Nós não nos podemos sentar ao pé de quem queríamos. Pois quem escolhia os lugares era uma senhora que lá estava. O teatro foi muito divertido.
O elenco era: Eduardo Galhardo – General Lemos, Isidoro;
                         Fábio Ferro – Duarte;
                          Luís Valente – Brás Ferreira;
                         Mónica Figueiras – Joaquina;
                         Rafaela Covas – Amália;
                         Ruy Pessoa – José Félix.
    Gostámos de ver o teatro. A parte de estarmos à espera e de andarmos de um lado para o outro foi um bocado chata.
    Eu, pessoalmente gostei muito de ver o teatro Falar A Verdade a Mentir. Achei umas partes muito cómicas. As cadeiras não eram muito confortáveis. Não sabia em que posição havia de estar.
16.00 – 18.00
      Abalámos do teatro, e entrámos novamente no autocarro. Quando entrámos era para seguirmos viagem, mas como alguns tinham sede e fome… Parámos no Mc’ Donalds. Lanchámos e comemos um gelado. O gelado era muito grande. Foi muito difícil acabá-lo. Muita gente deitou o gelado fora… Não conseguiram…
Depois de todos estarem despachados voltamos para o autocarro… Como fazemos cada vez que andamos de autocarro, falamos, tiramos fotografias… Também nos divertimos, dormimos. Há sempre aqueles que não nos deixam dormir. O que é muito irritante…
      Continuámos viagem… Chegámos a Colos já passava muito das dezoito horas.
Gostámos muito da visita de estudo. Foi muito interessante.
A parte que mais gostámos foi a parte do teatro.
      Aprendi muito com esta visita de estudo e também foi muito divertido.